Archive for the ‘Coisas que só sua família e seus amigos fazem por você!’ Category
Tapes…
Porque eu sou da época do Walkman… Aliás, acho não tenho leitores que não são, tenho? Se sim, manifestem-se porque irei lhes apresentar algo que se fez muito presente na minha cof cof adorável infância.
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| De 80′s |
O WALKMAN!!!!!!!!
Eu tinha este pretinho ai, ganhei quando tinha 5 anos, depois de estorvar meu pai o ano inteiro… Eu já o tinha avisado que eu queria o “cheguei”, o amarelão, mas não… no dia do niver abri, olhei a caixa e ao abrir oi? Era o preto… ¬¬’
Só perguntei: Mas e o amarelo, pai? E ele: Era feio demais!!!!! O preto é mais bonito e MELHOR!!!
Ênfase no melhor porque foi com esse argumento que ele me obrigou a desencanar do amarelão cafona.
O fato é que até meus 12 anos o walkman e os milhares de tapes – originais e gravados por uma tia – estiveram ali presentes, depois de diversos tombos, gambiarras, remendos fui obrigada a aposentar o walk e só ganhei meu primeiro diskman aos 17, logo, foram anos sem meus maravilhosos fones de ouvido que me separam por muitas vezes de um mundo triste, infeliz, chato bacarai que me rodeava e ainda rodeia…
Como faz?
Hoje fui na colação de um tato meu, né?
E adivinhem… Chorei… não litros, mas deu aquele aperto no peito e as lágrimas corriam discretas…
‘Meu Homi’ ainda comentou: “Não quero nem ver na sua colação, hein. Vai chorar de soluçar“.
Pois é. eu já projetei, já me imaginei ali jurando, com beca, diploma, o diretor da FC dizendo que agora somos profissionais e não mais estudantes e eu só pensando: “Terei que levar um lenço escondido.”
Tenso… caiu a ficha… e foi um misto de desconforto com felicidade, porque afinal uma nova fase se iniciará…
Mas e o medo? Como a gente lida?
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| De Tiny Dancer. |
O furgão!
Só para movimentar esse blog, vamos a mais um….
MEU PASSADO ME CONDENA!!!!
ok.
O item de infância escolhido essa semana foi…..
O FURGÃO DA BARBIE!!!!!
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| De 80′s |
Sério. quem me conhece deve estar rindo uma hora dessas porque sabe o quão doente eu sempre fui por causa disso! Minha mãe não suporta até hoje que alguém cite sequer Barbie em casa, que dirá furgão, muito menos furgão da barbie!! Ela começa a ter tiques nervosos constantes após ouvir isso com um ligeiro espumar nos lábios… Uma visão TENSA de se ver.
Enfim, esse item de plástico rosa foi o meu sonho – e o terror de meus pais – durante muito tempo e só não continua sendo porque HOJE procurei por fotos para colocar no blog e tive o insight: Mah que porra! Era assim? Porque, né? TODO UM ENCANTO LÚDICO em minha mente doentia que transformou isso ai em cima na coisa mais genial de todos os tempos a ponto de eu cogitar a pagar fortunas para dar um para minha filha (Duzentão no mercado livre).
Mas graças ao remember forçado percebo o quanto as propagandas da Barbie fazem as crianças enlouquecerem e que não adianta o micro aviso de “A boneca não acompanha o produto” ou “A boneca não toca guitarra sozinha”, porque a mulecada sempre acha o contrário.
Uma das possíveis explicações para a minha pira maluca deve ser o fato que eu sempre gostei de Kombis, Trailers e “casas móveis”, toda uma introjeção sobre aconchego e praticidade que eu transferia para minhas bonecas, tão comum a ponto de eu brincar de casinha fingindo estar num furgão desses super práticos. Outra explicação seria porque eu achava um luxoooo o fato da parte da frente desse furgão virar caminhonete enquanto a de trás ficava “estacionada”, logo tinha mil jeitos para brincar.
Obviamente meus pais nunca me deram o furgão, primeiro porque era ultra caro, segundo porque chegou num ponto que virou questão de honra não me dar o brinquedo tamanha a encheção que eu fazia… Minha mãe para se livrar disso então propôs que eu escrevesse para o seu Sílvio, na porta da esperança, para ganhar a coleção TODA da barbie, e eu fiz o que? Escrevi mais de 50 cartinhas e levei todas no correio….
Até hoje to aqui esperando o Sílvio me ligar…
Meu passado me condena!
Eu sei que não sou uma pessoa assídua com lançar categorias semanais no blog E atualizá-las, então vou lançar uma, MAS não vou prometer assiduidade, pode ser?
A categoria, como o título já diz chama-se: Meu passado me condena!
Não. eu não vou me expor com bafões do passado que já estão enterrados, mas sim vou fazer um remember de coisas que marcaram a infância (80′s e 90′s) e comentar um pouquinho sobre…
O item da vez é: O pão com carne louca!
Bom, para quem não sabe e não teve uma infância na vila, o pão com carne louca era o MUST das festas infantis/laje que ocorriam na Vila… Amigo, se você era convidado para alguma festinha já era… você ou morreria de fome ou morreria com a carne louca!
Hoje o item é mais raro, as festas já contam com churrasquinhos de gato e hot dogs, mas a carne louca continua no inconsciente e estômago de todos que a experimentaram pelo menos uma vez na vida juntamente com aquela tubaina gelada ou uma cervinha para quebrar o sabor do excesso de tempero.
Para quem não sabe, porque ao invés de filar uma carne louca estava na Disney, a tia aqui, experiente em longa data com o tal iguaria, explica o que é: A carne louca era aquela carne suspeita que a família comprava para alimentar o batalhão, então cozinhava desfiando e metendo um tempero guerreiro e molhos para disfarçar (cof cof) incrementar o sabor e por fim tascava no meio dos pãezinhos e servia. Algumas festas, mais sofisticadas, ofertavam a pão com carne louca em saquinhos de papel e por vezes faziam um combo de sanduiche + um brigadeiro + um beijinho + um copo de refri.
O fato é que carne louca é total 80′s/90′s e juntamente com desenhos e brinquedos marcou a infancia dos premiados a experimentá-la. Não vou mentir que a bicha era bem vinda quando o estômago estava colado nas costas após brincar a tarde toda na festinha, mas que era para gente guerreira, isso era! Tanto que virou expressão famosa na vila: “Volta para o pão, carne louca!!” (Referência às pessoas pouco providas de beleza exterior).
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| De 80′s |
“Vai uma lanchinho, fia?” (Tia da festa ofertando um clássico!)
Eu vooooltei.
Sim, amigos. Eu voltei das minhas mini férias e oi? Foram muito boas!!!
Não, eu não fui para o exterior, nem enchi a minha cara, nem fiz orgias, nem nada que possa agradar/perturbar qualquer um que leia essas minhas linhas perdidas… eu apenas DESCANSEI!
ÓTIMO, não??
Eu descansei, eu viajei para as Terrinhas que sempre me acolhem, eu viajei para cidade que nunca fui, eu finalmente comprei outra câmera e tirei fotos MARAVILHOSAS, eu reencontrei amigos de longa e curta data, revi família, renovei minha carta de motorista, usei o acessa sp (modernidade mandou lembranças aliás.), eu bati pernas horrores e eu DESCANSEI!
Voltei renovada, já passei por batidão de supervisões e peguei um monte de coisas para fazer e estou bem. Estou de bom humor MESMO ASSIM. HÁ!
Pois é pessoal, não preciso de coisas glamourosas, eu preciso apenas do que minha alma necessita: Tranquilidade de vez enquando. E dessa vez eu a consegui.
E estou de volta bem bacarai.
=)
| De Tiny Dancer. |
Farofa? Cadê? Eu quero!
Segue…
Retratos de família.
Eu e minha mãe vendo um trecho do Raul Gil… e segue a fala:
Eu – Nossa, o Raul Ril continua com as mesmas piadas sem graça, meldels!
Mamãe - Mas o Sílvio contratou ele para ele continuar sem graça, vai que ele muda e não dá certo.
Eu – Mas eu não entendo como ele dá certo!
Mamãe – Uai, tem a 4ª idade fiel a ele e às mães que querem colocar filhos na tv. E sempre deu certo.
Eu – Hahahahaha. Ah, mas antes o pessoal curtia a piada dele.
Mamãe – Sempre foi sem graça. ¬¬’
Eu - hahahahaha. que horror.
Mamãe – Horror é lembrar dos programas de calouros e vir na cabeça o “La vem a flooor, lalalalalalalalalalalalalala….” (com direito a dancinha), aliás, aquela Flor hein? Tá pior do que a minha horta que rastelei hoje, parece que passaram um rastelo na mulher. hahahahaha,
Eu – hahahahahaha.
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| De Zuaaado. |
Estar na maldade faz parte da família.
Hoje estamos na maldade…
Segue conversa:
Vã.Nessa|. diz: só eu me assustei com a cara da pessoa de rosa? recebeu a foto?
Rosinha diz: q q é isso? vanessa, pq vc me manda essas coisas?! PRA ME ASSUSTAR?!
Vã.Nessa|. diz: SIM!!!!
Rosinha diz: de onde saiu isso?
Vã.Nessa|. diz: da atualização dela que apareceu no meu orkut e que me deu O susto.
Rosinha diz: e q vc quis passar pra frente, né? hahaha. Gente, mas q horror.
Vã.Nessa|. diz: huahuahuahua sim
Rosinha diz: e aquela X. ficou estranha… ela era mais bonitinha
Vã.Nessa|. diz: tb ficou cagada.
Rosinha diz: essa loca fantasiada de enfermeira nao é conhecida nossa, né?
Vã.Nessa|. diz: nop. não conhecemos essa pelo menos.
Rosinha diz: o melhor é o nome do arquivo. vc é genial. hahahahaha
Vã.Nessa|. diz: huahuahuahuahua eu to na maldade. vou transformar nossa conversa em post. hahahahaha
Rosinha diz: huahuahuahua (risada malvada)
Fazer o que, né? A gente passa o Exú p/ frente meeeeesmo.
Come Away With Me…
Já encontrei um template novo do blog, mas só estamos esperando aparecer um tempinho para colocar e atualizarmos tudo o que precisa ser atualizado…
☮
Passo aqui mais para discorrer beeem brevemente, quase um desabafo, sobre como ando paranóica… tá, mentira, eu não estou paranóica (Negando?), eu ando preocupada mesmo em como lidar com as pessoas que me cercam respeitando o momento de cada um… É difícil demais você conciliar o seu momento com o do outro, tomar cuidado para não sair faíscas e contribuir de alguma forma para o amadurecimento de ambos; e eu não consigo muito bem, porque afinal, as histórias de vida são também, bem como o que eu e a pessoa aprendemos nessa jornada…
O fato é que quando momentos muito delicados tomam a vida de alguém muito próximo a você e você se vê obrigado a dedilhar esse momento com a pessoa, você tem que parar de enxergar o acontecimento como seu, do seu ponto de vista e entrar na alma do outro como se fosse a sua, porque, eu percebo isso lentamente, se não fizer isso, você continua a obrigar a pessoa a transpor passos que ela não deu ainda e que talvez ainda nem seja o momento de realizar. Então basta apenas a você ficar ali no suporte, no acolhimento e torcer que passe rápido, que a pessoa não sofra mais do que aguente, e ficar esperto para recolher qualquer caco que venha a cair e cicatrizar o que tenha que ser cicatrizado.
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| De Tiny Dancer. |
Sinceridade define.
Enquanto isso. Num msn qualquer:
Vã.Nessa diz: Eu achava que eu era uma rocha!
Lucas diz: Baby, você é um Pudinzão.
Vã.Nessa diz: ¬¬’
Sensibilidade. A gente vê por aqui.
All right now…
Noite complicada.
Perdi a hora.
Perdi compromisso.
Mas o mais importante está bem.
Então isso que importa.
Um bom dia e uma ótima semana, pessoas.
Dá o play ai, queridosl! =D
Considerações rápidas.
- Essa semana, como diria minha avó, está do peru!!!! É atraso, pito, confusão, jaleco que rasga, busca por caronas…
- Mas minha pesquisa voltou a andar e tive meus reforçadores na medida do possível…
- Eu gostaria de férias… mas aquelas de verdade em que você passeia, descansa e se diverte…
- Preciso tomar decisões e toda e qualquer dúvida, dissonância cognitiva já me deixa meio de bode.
- E li uma matéria, na mente & cérebro desse mês, sobre TDAH em meninas e oi? Me descreveram de maneira perfeita, principalmente minha infância. Fiquei um pouco tensa de um lado e feliz de outro, porque acabou me explicando muito sobre tudo o que passei.
- Conheci uma garotinha de dois anos ontem, que alegrou minha semana, simplesmente porque ela sorrio para mim e me deu um abraço espontâneo. *_*
E hoje sendo quarta, meio da semana, é dia da Polaroid e da musiquinha…
Lean on me…
Fiquei ausente, mas estou de volta!
E feliiiz!
Por que? Porque para a minha pessoa as seletivas do estágio acabaram, sim, porque aqui na unesp você é obrigado a fazer um estágio em cada área – institucional, individual e grupo – dentro dos oferecidos para as turmas, e logo, vagas contadas com a possibilidade de você não fazer aquilo que quer.
No dia da inscrição eu fiquei quatro horas, QUATRO HORAS, sentada ao lado do coordenador com três fichas, TRÊS FICHAS, diferentes preenchidas, sem saber qual entregar para ele, até que cunhada e Lalis entraram e me empurraram para o que eu já queria fazer: Arriscar! Emitir um comportamento para que o reforço venha (Já dizia Rachel Kerbauy ). E eu fiz. Com um pouco de medo, mas internamente confiante.
Eu me inscrevi nos três estágios que eu sabia que teria gente demais e que iriam para entrevista, mas eram eles que eu queria. Eu queria abocanhar TUDO!
Nunca me dei ao direito de querer muito, sempre tive uma ponta de inferioridade e não prestar atenção nas coisas que eu construia com o tempo, tudo o que eu fazia acabava sempre sem grandes importâncias para mim, mas pelo visto muita gente enxergou o meu valor, a começar a todos que me deram apoio para enfrentar os estágios mais pedidos, seja as duas acima que me empurraram, seja os comentários do twitter, as meninas da sala, a terapeuta, os pais, o cunhado, ‘meu homi’ (que foi O anjo em aturar minha ansiedade). enfim. uma rede de apoio que eu nem me dava conta que tinha. Porque como sempre eu nunca reparei no que construia, nem mesmo na quantidade de pessoas incríveis que me rodeia.
Eu arrisquei tudo, corri o risco de sair rodando infinito nos estágios e acabar em estágios “zuados” para a minha pessoa, corri o risco de chorar litros, mas eu quis rir litros, eu quis ter uma auto estima de litros que eu não tinha há algum tempo e a tive não só por passar nas entrevistas, mas porque a cada entrevista eu era obrigada a vender meu peixe, coisa que nunca fiz, eu era obrigada a parar e pensar no que eu fiz até hoje, no que eu faço, nos meus interesses reais, nas minhas habilidades e justificá-las.
Essa maratona de entrevistas também me serviu para eu me ver mais sorridente, em não ter medo, em não chegar desarrumada ou com a cara fechada e preocupada. Eu chegava tensa, lógico, mas com um sorrisão no rosto, porque afinal pela primeira vez eu fazia algo com certeza, com a certeza de que era isso que eu queria e que não estava deixando passar por medo. Porque mesmo que desse tudo errado eu poderia gritar por ai que eu não tive medo e que eu tentei.
E para mim isso já era libertador!
Foi ainda mais quando os resultados vieram, a cada “Vanessa Fernandes” que aparecia nos selecionados eu vibrava, me aliviava e me sentia no caminho certo. Mas o fato é que parte de mim doía, porque nós acabamos disputando com amigos e colegas, e como sempre, não há vaga para todos, e você enxergar que gente boa, competente, estudiosa que merecia também estar ali e não estava por décimos, por detalhes, é triste, porque você sabe que um potencial vai ter que ser explorado em outra área sem ser aquela.
Por fim, eu realmente passo aqui para deixar essa experiência surreal marcada.
Agradecer de novo todo o apoio de fé que tiveram em mim.
E desejar àqueles que tiveram que rodar para outros estágios, que seja proveitoso, que acrescente muito na formação de cada um.
E como é quarta feira, deixo a polaroid da semana, com a musiquinha prometida!
Letra aqui: Lean On Me (Glee Cast.)











